Entenda uma coisa: Não existe mulher que "dá" no primeiro encontro.
Existe mulher que faz sexo quando está com vontade.
Ela não te "deu"
Ela nunca te pertenceu
Então não venha com essa de "ela deu pra mim"
Porque na verdade, ela não foi sua.
Ela não conta primeiro, segundo ou terceiro encontro
Ela valoriza os momentos
Ela valoriza as conversas
Os sorrisos
Os olhares
Ela valoriza aquilo que desperta vontade
Aquilo que desperta tesão em viver.
Se ela fez SEXO com você
É porque ela quis.
Não pense que ela faz sexo com todos
Ou pense se quiser
Até porque isso não é da sua conta.
Você não "comeu" ela
Ela ainda está inteira
Ainda ri de coisas bobas na TV
Ainda lê um livro antes de dormir
Ainda sai com suas amigas no sábado a noite
E almoça na casa dos pais no domingo.
Você não "comeu" ela
Porque gente não se come
Se sente.
Ela não saiu por aí gritando para todos
O quanto a transa de vocês foi ruim
Ou o quanto você foi grosso com ela
Ela não precisa dividir isso com ninguém
Então porque você precisa?
Pra se sentir mais "macho" ?
Pra se sentir mais "homem"?
Não cara
Ela não é metade do que você pensa
Ela é tão extraordinária
Que nem cabe dentro dos seus pensamentos.
Ela não te ligou
E ela não estava esperando você ligar
Ela não precisa da sua aprovação
Ela não precisa saber se foi bom pra você
Porque se tiver sido bom para ela
Ela vai fazer acontecer de novo.
Não, ela não estava bêbada
Nem drogada
Ela fez porque quis
Porque tava afim.
Quando ela se arrumou naquela noite
Ela já sabia que seria pra enlouquecer
Ou enlouquecer alguém
E pode ter certeza que você não a enlouqueceu.
Você não ganhou ela na sua conversa fiada
Ela foi porque tava afim
Porque ela te escolheu.
Não saia por aí dizendo que você a ganhou
E que você ganha a hora que quiser.
Ela não te viu como um pedaço de carne
Ela não enxerga ninguém assim
Ela gosta de conexões
Nem que seja só por uma noite
Ela gosta de se sentir ligada a alma de alguém
De sentir o calor
De olhar nos olhos
De sentir prazer físico e emocional
E se ela tiver te achado vazio demais
Não vai rolar de novo.
Você pode rezar
Implorar
Mandar flores
Ela é decidida
Tem personalidade forte.
E no dia em que ela se casar
Vai ser com um cara de muita sorte
Porque de todas as conexões
Aquela terá sido a mais forte
Ele terá sido a alma que ela escolheu
E os dois serão eternamente enlouquecidos
Um pelo outro.
E você?
Ah cara,
Você vai continuar perdendo tempo
Falando por aí das mulheres que você acha que comeu
Vai continuar perdendo tempo achando que ganhou alguém
Você vai acabar sozinho
Porque nunca soube se conectar
Nunca soube sentir a alma de alguém.
(Crédito: Helena Ferreira)
quarta-feira, 27 de abril de 2016
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Meu tempo
O tempo passa...
Muito ou pouco
São ou louco,
Vou indo aos poucos...
Passo a passo,
Dia a dia.
Vou no meu compasso.
Quero e faço
O que me comprazo.
Seus beijos e seus abraços
São puros laços
Que me envolvem
Me dizem que eu posso
Amar-te com paixão,
Querer-te com tesão
Perder o medo de amar
Me entregar sem frescuras.fazer muitas, muitas travessuras.
Beijar, amar e me dar
Sou tua de alma
De coração.
Sempre em plena conexão;
No toque de pele com pele
Lábios que se encaixam
Se envolvem e incendeiam
Acabam em uma explosão
De sentidos, sentimentos e afetos.
Estar assim me fascina.
Recuo as vezes...
Medo?
Não sei...
Só sei que assim quero ficar...
Por um tempo...
Um tempo que marca
A minha vida, minha história.
E assim sigo...
No meu passo,
No meu compasso...
Gratidão pela paciência
Pela paz que você me dá.
Por dias incríveis,
Por noites que me embalo
Em seus braços a dançar.
Meu coração junto ao teu
Na pulsação da melodia
Em quase perfeita sintonia.
Assim eu sigo
Saudades e emoções embalam meu dia
Na expectativa de te ter
Ao meu lado por algum tempo.
Um tempo que marca
Um tempo lindo de viver
Esse é o meu querer.
Te quero e te amo
Como uma criança que sonha
Que a vida será melhor.
Assim eu sigo...
No meu passo,
No meu compasso.
Nos teus braços me perco
Depois me acho...
Só posso te dizer:
Te amo
Selma Serrano Amaral
Muito ou pouco
São ou louco,
Vou indo aos poucos...
Passo a passo,
Dia a dia.
Vou no meu compasso.
Quero e faço
O que me comprazo.
Seus beijos e seus abraços
São puros laços
Que me envolvem
Me dizem que eu posso
Amar-te com paixão,
Querer-te com tesão
Perder o medo de amar
Me entregar sem frescuras.fazer muitas, muitas travessuras.
Beijar, amar e me dar
Sou tua de alma
De coração.
Sempre em plena conexão;
No toque de pele com pele
Lábios que se encaixam
Se envolvem e incendeiam
Acabam em uma explosão
De sentidos, sentimentos e afetos.
Estar assim me fascina.
Recuo as vezes...
Medo?
Não sei...
Só sei que assim quero ficar...
Por um tempo...
Um tempo que marca
A minha vida, minha história.
E assim sigo...
No meu passo,
No meu compasso...
Gratidão pela paciência
Pela paz que você me dá.
Por dias incríveis,
Por noites que me embalo
Em seus braços a dançar.
Meu coração junto ao teu
Na pulsação da melodia
Em quase perfeita sintonia.
Assim eu sigo
Saudades e emoções embalam meu dia
Na expectativa de te ter
Ao meu lado por algum tempo.
Um tempo que marca
Um tempo lindo de viver
Esse é o meu querer.
Te quero e te amo
Como uma criança que sonha
Que a vida será melhor.
Assim eu sigo...
No meu passo,
No meu compasso.
Nos teus braços me perco
Depois me acho...
Só posso te dizer:
Te amo
Selma Serrano Amaral
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Lua
Deusa do destino:
Concede-me o saber.
Impulsiona-me ao querer
Ser dona de mim mesma.
Deixa-me correr pelos campos...
Afrodite contemporânea quero ser;
Nos poderes milenares crescer.
Orgulho-me de ser feminina,
Mulher e menina,
E em teus braços quero adormecer...
Lua, tu és meu bem viver!
(Selma Serrano Amaral)
Concede-me o saber.
Impulsiona-me ao querer
Ser dona de mim mesma.
Deixa-me correr pelos campos...
Afrodite contemporânea quero ser;
Nos poderes milenares crescer.
Orgulho-me de ser feminina,
Mulher e menina,
E em teus braços quero adormecer...
Lua, tu és meu bem viver!
(Selma Serrano Amaral)
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Segue
E a gente segue...
De alma leve.
Canta os desencantos.
Nada de prantos
A vida é breve.
Nada de espantos...
A vida que se escreve.
E ser infeliz ninguém se atreve.
Amor, paz e todo o encanto
De quem só quer ser feliz e pronto!
( Selma Serrano Amaral)
De alma leve.
Canta os desencantos.
Nada de prantos
A vida é breve.
Nada de espantos...
A vida que se escreve.
E ser infeliz ninguém se atreve.
Amor, paz e todo o encanto
De quem só quer ser feliz e pronto!
( Selma Serrano Amaral)
Ahhhhhhh se quero!!!
Bem-me-quero
Mal-me-quero.
Optei em me querer bem.
Me quero muito bem...
Amo ser quem sou,
Qualidades e defeitos
Isso eu sou.
Não sou perfeita,
Nem quero ser...
Quero apenas me bem querer.
(Selma Serrano Amaral)
Optei em me querer bem.
Me quero muito bem...
Amo ser quem sou,
Qualidades e defeitos
Isso eu sou.
Não sou perfeita,
Nem quero ser...
Quero apenas me bem querer.
(Selma Serrano Amaral)
Gente
Amo gente que ama gente,
Gente que me faz sorrir.
Gente que sabe como agir.
Gente que fica contente pela gente.
Que sabe interagir.
Que ama incondicionalmente...
Simplesmente pelo fato de existir!!!
( Selma Serrano Amaral)
Gente que me faz sorrir.
Gente que sabe como agir.
Gente que fica contente pela gente.
Que sabe interagir.
Que ama incondicionalmente...
Simplesmente pelo fato de existir!!!
( Selma Serrano Amaral)
domingo, 18 de janeiro de 2015
Por um Mundo Acessível
Como é bom olharmos o movimento das cidades, o ir e vir de carros, motos, bicicletas e até das pessoas, andando de um lado para outro, indo trabalhar, fazendo compras, aproveitando uma tarde de sol para dar uma passeada no calçadão da praia ou mesmo em lugares como shoppings Centers, restaurantes, bares, lanchonetes, praças públicas e mais uma imensa variedade de lugares.
O que é uma cidade? Fiquei curiosa e fui realizar uma pesquisa em um dicionário que, como já dizia minha mãe: “temos sempre que ter um por perto”.
Encontrei a definição, e depois de lê-la, fiquei orgulhosa por fazer parte de uma. Senti-me até importante, pois todas as suas estruturas são necessárias para o tão alardeado desenvolvimento.
Passei a pensar um pouco mais. Esses pensamentos me levaram a uma inquietação. Na definição falou-se em concentração populacional e isso significa concentração de gente, de indivíduos, de cidadãos.
Meus pensamentos foram mais longe. Quem são esses indivíduos? Será que todos são iguais? Possuem as mesmas necessidades, anseios e oportunidades?
Com certeza não; pois cada indivíduo é único. Mas e a mobilidade urbana como fica? Lá vem ela com outra palavra que não sei o que significa, alguns podem dizer. Simplificando: mobilidade urbana é o “direito de ir e vir” de todo o cidadão brasileiro, como versa nossa Constituição Federal de 1988. Ficou explicado, melhorou? E quase sempre isso não acontece no que concerne ao específico; esclarecendo, com as pessoas que possuem algum tipo de deficiência, seja ela física, visual, mental, etc. . Imaginem-se dependendo de uma cadeira de rodas para ir ao trabalho, fazer compras, passear no calçadão da praia ou onde mais lhe convier em uma cidade tão desenvolvida, arborizada, industrializada etc. Sinto dizer-lhes, poucas cidades em nosso país estão preparadas para o cumprimento do que trata nossa Carta Magna.
Calçadas quebradas, bueiros abertos, rampas totalmente inadequadas. Algumas, o cadeirante só consegue utilizá-la se tiver uma cadeira de rodas 4X4, ou melhor 2X2 com tração em suas rodas. E para descê-las, seria um suicídio.
Em vários lugares vocês já devem ter percebido que a rampa está lá, bem feita em suas exigências técnicas para que o cadeirante possa atravessar a rua com toda a segurança, só que do outro lado, simplesmente a rampa não existe e, assim esse cidadão (ã), tem que se arriscar no meio do trânsito até encontrar outro acesso. É ridículo, ou melhor, é gasto inútil de dinheiro público; pois é uma “coisa” que tem meia utilidade, então para que serve? Será que foi só metade?
Acessibilidade não é caridade, é Lei. Devemos cobrar dos Poderes Públicos Federal, Estadual e Municipal o cumprimento correto do “direito de ir e vir”.
Acessibilidade é ser livre para circular em qualquer lugar desse país, com segurança e autonomia, em todos os espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, em edificações, nos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por uma pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida (Segundo ABNT – NBR 9050).
Vale lembrar que mais de 24 milhões e meio de brasileiros possuem algum tipo de deficiência e o mais alarmante é que os índices estão crescendo, principalmente entre os jovens, em virtude da insegurança das cidades e de acidentes de trânsito.
Isso hoje não faz parte de sua realidade, mas o amanhã a Deus pertence.
Vamos abraçar essa causa. “Um Mundo Acessível é um lugar mais justo e com igualdade entre os indivíduos”
Somos cidadãos (ã) brasileiros acima de tudo.
Encontrei a definição, e depois de lê-la, fiquei orgulhosa por fazer parte de uma. Senti-me até importante, pois todas as suas estruturas são necessárias para o tão alardeado desenvolvimento.
Passei a pensar um pouco mais. Esses pensamentos me levaram a uma inquietação. Na definição falou-se em concentração populacional e isso significa concentração de gente, de indivíduos, de cidadãos.
Meus pensamentos foram mais longe. Quem são esses indivíduos? Será que todos são iguais? Possuem as mesmas necessidades, anseios e oportunidades?
Com certeza não; pois cada indivíduo é único. Mas e a mobilidade urbana como fica? Lá vem ela com outra palavra que não sei o que significa, alguns podem dizer. Simplificando: mobilidade urbana é o “direito de ir e vir” de todo o cidadão brasileiro, como versa nossa Constituição Federal de 1988. Ficou explicado, melhorou? E quase sempre isso não acontece no que concerne ao específico; esclarecendo, com as pessoas que possuem algum tipo de deficiência, seja ela física, visual, mental, etc. . Imaginem-se dependendo de uma cadeira de rodas para ir ao trabalho, fazer compras, passear no calçadão da praia ou onde mais lhe convier em uma cidade tão desenvolvida, arborizada, industrializada etc. Sinto dizer-lhes, poucas cidades em nosso país estão preparadas para o cumprimento do que trata nossa Carta Magna.
Calçadas quebradas, bueiros abertos, rampas totalmente inadequadas. Algumas, o cadeirante só consegue utilizá-la se tiver uma cadeira de rodas 4X4, ou melhor 2X2 com tração em suas rodas. E para descê-las, seria um suicídio.
Em vários lugares vocês já devem ter percebido que a rampa está lá, bem feita em suas exigências técnicas para que o cadeirante possa atravessar a rua com toda a segurança, só que do outro lado, simplesmente a rampa não existe e, assim esse cidadão (ã), tem que se arriscar no meio do trânsito até encontrar outro acesso. É ridículo, ou melhor, é gasto inútil de dinheiro público; pois é uma “coisa” que tem meia utilidade, então para que serve? Será que foi só metade?
Acessibilidade não é caridade, é Lei. Devemos cobrar dos Poderes Públicos Federal, Estadual e Municipal o cumprimento correto do “direito de ir e vir”.
Acessibilidade é ser livre para circular em qualquer lugar desse país, com segurança e autonomia, em todos os espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, em edificações, nos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por uma pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida (Segundo ABNT – NBR 9050).
Vale lembrar que mais de 24 milhões e meio de brasileiros possuem algum tipo de deficiência e o mais alarmante é que os índices estão crescendo, principalmente entre os jovens, em virtude da insegurança das cidades e de acidentes de trânsito.
Isso hoje não faz parte de sua realidade, mas o amanhã a Deus pertence.
Vamos abraçar essa causa. “Um Mundo Acessível é um lugar mais justo e com igualdade entre os indivíduos”
Somos cidadãos (ã) brasileiros acima de tudo.
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