Como é bom olharmos o movimento das cidades, o ir e vir de carros, motos, bicicletas e até das pessoas, andando de um lado para outro, indo trabalhar, fazendo compras, aproveitando uma tarde de sol para dar uma passeada no calçadão da praia ou mesmo em lugares como shoppings Centers, restaurantes, bares, lanchonetes, praças públicas e mais uma imensa variedade de lugares.
O que é uma cidade? Fiquei curiosa e fui realizar uma pesquisa em um dicionário que, como já dizia minha mãe: “temos sempre que ter um por perto”.
Encontrei a definição, e depois de lê-la, fiquei orgulhosa por fazer parte de uma. Senti-me até importante, pois todas as suas estruturas são necessárias para o tão alardeado desenvolvimento.
Passei a pensar um pouco mais. Esses pensamentos me levaram a uma inquietação. Na definição falou-se em concentração populacional e isso significa concentração de gente, de indivíduos, de cidadãos.
Meus pensamentos foram mais longe. Quem são esses indivíduos? Será que todos são iguais? Possuem as mesmas necessidades, anseios e oportunidades?
Com certeza não; pois cada indivíduo é único. Mas e a mobilidade urbana como fica? Lá vem ela com outra palavra que não sei o que significa, alguns podem dizer. Simplificando: mobilidade urbana é o “direito de ir e vir” de todo o cidadão brasileiro, como versa nossa Constituição Federal de 1988. Ficou explicado, melhorou? E quase sempre isso não acontece no que concerne ao específico; esclarecendo, com as pessoas que possuem algum tipo de deficiência, seja ela física, visual, mental, etc. . Imaginem-se dependendo de uma cadeira de rodas para ir ao trabalho, fazer compras, passear no calçadão da praia ou onde mais lhe convier em uma cidade tão desenvolvida, arborizada, industrializada etc. Sinto dizer-lhes, poucas cidades em nosso país estão preparadas para o cumprimento do que trata nossa Carta Magna.
Calçadas quebradas, bueiros abertos, rampas totalmente inadequadas. Algumas, o cadeirante só consegue utilizá-la se tiver uma cadeira de rodas 4X4, ou melhor 2X2 com tração em suas rodas. E para descê-las, seria um suicídio.
Em vários lugares vocês já devem ter percebido que a rampa está lá, bem feita em suas exigências técnicas para que o cadeirante possa atravessar a rua com toda a segurança, só que do outro lado, simplesmente a rampa não existe e, assim esse cidadão (ã), tem que se arriscar no meio do trânsito até encontrar outro acesso. É ridículo, ou melhor, é gasto inútil de dinheiro público; pois é uma “coisa” que tem meia utilidade, então para que serve? Será que foi só metade?
Acessibilidade não é caridade, é Lei. Devemos cobrar dos Poderes Públicos Federal, Estadual e Municipal o cumprimento correto do “direito de ir e vir”.
Acessibilidade é ser livre para circular em qualquer lugar desse país, com segurança e autonomia, em todos os espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, em edificações, nos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por uma pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida (Segundo ABNT – NBR 9050).
Vale lembrar que mais de 24 milhões e meio de brasileiros possuem algum tipo de deficiência e o mais alarmante é que os índices estão crescendo, principalmente entre os jovens, em virtude da insegurança das cidades e de acidentes de trânsito.
Isso hoje não faz parte de sua realidade, mas o amanhã a Deus pertence.
Vamos abraçar essa causa. “Um Mundo Acessível é um lugar mais justo e com igualdade entre os indivíduos”
Somos cidadãos (ã) brasileiros acima de tudo.
Encontrei a definição, e depois de lê-la, fiquei orgulhosa por fazer parte de uma. Senti-me até importante, pois todas as suas estruturas são necessárias para o tão alardeado desenvolvimento.
Passei a pensar um pouco mais. Esses pensamentos me levaram a uma inquietação. Na definição falou-se em concentração populacional e isso significa concentração de gente, de indivíduos, de cidadãos.
Meus pensamentos foram mais longe. Quem são esses indivíduos? Será que todos são iguais? Possuem as mesmas necessidades, anseios e oportunidades?
Com certeza não; pois cada indivíduo é único. Mas e a mobilidade urbana como fica? Lá vem ela com outra palavra que não sei o que significa, alguns podem dizer. Simplificando: mobilidade urbana é o “direito de ir e vir” de todo o cidadão brasileiro, como versa nossa Constituição Federal de 1988. Ficou explicado, melhorou? E quase sempre isso não acontece no que concerne ao específico; esclarecendo, com as pessoas que possuem algum tipo de deficiência, seja ela física, visual, mental, etc. . Imaginem-se dependendo de uma cadeira de rodas para ir ao trabalho, fazer compras, passear no calçadão da praia ou onde mais lhe convier em uma cidade tão desenvolvida, arborizada, industrializada etc. Sinto dizer-lhes, poucas cidades em nosso país estão preparadas para o cumprimento do que trata nossa Carta Magna.
Calçadas quebradas, bueiros abertos, rampas totalmente inadequadas. Algumas, o cadeirante só consegue utilizá-la se tiver uma cadeira de rodas 4X4, ou melhor 2X2 com tração em suas rodas. E para descê-las, seria um suicídio.
Em vários lugares vocês já devem ter percebido que a rampa está lá, bem feita em suas exigências técnicas para que o cadeirante possa atravessar a rua com toda a segurança, só que do outro lado, simplesmente a rampa não existe e, assim esse cidadão (ã), tem que se arriscar no meio do trânsito até encontrar outro acesso. É ridículo, ou melhor, é gasto inútil de dinheiro público; pois é uma “coisa” que tem meia utilidade, então para que serve? Será que foi só metade?
Acessibilidade não é caridade, é Lei. Devemos cobrar dos Poderes Públicos Federal, Estadual e Municipal o cumprimento correto do “direito de ir e vir”.
Acessibilidade é ser livre para circular em qualquer lugar desse país, com segurança e autonomia, em todos os espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, em edificações, nos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por uma pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida (Segundo ABNT – NBR 9050).
Vale lembrar que mais de 24 milhões e meio de brasileiros possuem algum tipo de deficiência e o mais alarmante é que os índices estão crescendo, principalmente entre os jovens, em virtude da insegurança das cidades e de acidentes de trânsito.
Isso hoje não faz parte de sua realidade, mas o amanhã a Deus pertence.
Vamos abraçar essa causa. “Um Mundo Acessível é um lugar mais justo e com igualdade entre os indivíduos”
Somos cidadãos (ã) brasileiros acima de tudo.

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