Sou terra e fogo
Sou ar e mar.
Vejo o mundo com seus mistérios.
Pinto com as cores do universo.
Viajo mundos sem fim...
Minha tela é a luz.
Milhares de tons a colorir
O dia que surge
Que trás felicidade.
A alegria de viver.
Sou tons, nuances.
Sou a certeza do estar, do ser.
Terra que nasce.
Que presenteia a cada um
Com frutos de seus atos.
Sou o que sou.
Apenas Eu Sou...
(Selma Serrano Amaral )
sábado, 29 de novembro de 2014
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Sacolas plásticas e morte
Vez ou outra assistimos nos noticiários, a polêmica em relação a distribuição de sacolinhas plásticas pelos supermercados.
De um lado está a facilidade em acondicionar e carregar mercadorias compradas. Do outro o debate constante sobre questões ambientais.
Neste meio fica a falta de consciência por parte dos consumidores, do prejuízo que elas trazem, sendo uma verdadeira “arma fatal” para a natureza, demorando aproximadamente 100 anos para que seja, efetivada, sua decomposição.
São utilizadas para acondicionar lixo doméstico, misturando-se a outros resíduos sólidos que não podem ser reciclados e passam a fazer parte da imensidão de materiais perigosos para o ambiente em que vivemos.
Voam de um lado para outro em virtude de seu peso e formato.
Milhares delas vão parar em nossos mares e oceanos, ocasionando a morte de inúmeros animais marinhos, inclusive as tartarugas que as confundem com o alimento que mais gostam, as águas-vivas.
Quando são ingeridas por esses animais, travam seu sistema digestivo, levando-os a uma agonizante morte por fome. Terrível!
Essas sacolinhas, tão desejadas pelos consumidores, perfuram órgãos e causam bloqueio intestinal nesses animais tão indefesos.
Com a chegada do verão, os destinos turísticos de praia e sol, vivem um crescimento, da sua população flutuante, enorme. Eles frequentam praias, consomem em supermercados, levando inúmeras sacolas para acomodar mercadorias, logicamente necessárias para sua sobrevivência e para aumentar a economia das localidades receptoras.
Perfeito!
O que não está perfeito nessa história, é o descaso que ocorre no incorreto descarte desse material.
Em praias do mundo inteiro, as tartarugas passaram milhões de anos nadando em oceanos sem poluição e hoje estão vivendo uma triste realidade causada por uma sociedade consumista e míope, que só enxerga aquilo que considera benefício a ela própria.
É tão assustador saber que no Brasil cerca de 1,5 milhão de sacolas plásticas são distribuídas por hora, conforme dados fornecidos pelo Ministério do Meio Ambiente.
Pensando bem, as sacolinhas plásticas não são apenas as únicas vilãs na morte das tartarugas marinhas e sim seu consumo excessivo, seu descarte incorreto e o uso inconsciente por parte dos consumidores, que não se dão conta do prejuízo que estão trazendo para o Planeta em que vivem.
É importante que se analise a verdadeira necessidade em se aceitar sacolas plásticas. Será que não daria para ser utilizado sacolas retornáveis?
Para que não haja mais mortes das tartarugas marinhas, será preciso um olhar mais consciente do uso desse material e uma atitude responsável de um cidadão do Planeta, resultando também em uma qualidade de vida muito melhor a todos nós.
Sejamos conscientes.
Profª Me. Selma Serrano Amaral
De um lado está a facilidade em acondicionar e carregar mercadorias compradas. Do outro o debate constante sobre questões ambientais.
Neste meio fica a falta de consciência por parte dos consumidores, do prejuízo que elas trazem, sendo uma verdadeira “arma fatal” para a natureza, demorando aproximadamente 100 anos para que seja, efetivada, sua decomposição.
São utilizadas para acondicionar lixo doméstico, misturando-se a outros resíduos sólidos que não podem ser reciclados e passam a fazer parte da imensidão de materiais perigosos para o ambiente em que vivemos.
Voam de um lado para outro em virtude de seu peso e formato.
Milhares delas vão parar em nossos mares e oceanos, ocasionando a morte de inúmeros animais marinhos, inclusive as tartarugas que as confundem com o alimento que mais gostam, as águas-vivas.
Quando são ingeridas por esses animais, travam seu sistema digestivo, levando-os a uma agonizante morte por fome. Terrível!
Essas sacolinhas, tão desejadas pelos consumidores, perfuram órgãos e causam bloqueio intestinal nesses animais tão indefesos.
Com a chegada do verão, os destinos turísticos de praia e sol, vivem um crescimento, da sua população flutuante, enorme. Eles frequentam praias, consomem em supermercados, levando inúmeras sacolas para acomodar mercadorias, logicamente necessárias para sua sobrevivência e para aumentar a economia das localidades receptoras.
Perfeito!
O que não está perfeito nessa história, é o descaso que ocorre no incorreto descarte desse material.
Em praias do mundo inteiro, as tartarugas passaram milhões de anos nadando em oceanos sem poluição e hoje estão vivendo uma triste realidade causada por uma sociedade consumista e míope, que só enxerga aquilo que considera benefício a ela própria.
É tão assustador saber que no Brasil cerca de 1,5 milhão de sacolas plásticas são distribuídas por hora, conforme dados fornecidos pelo Ministério do Meio Ambiente.
Pensando bem, as sacolinhas plásticas não são apenas as únicas vilãs na morte das tartarugas marinhas e sim seu consumo excessivo, seu descarte incorreto e o uso inconsciente por parte dos consumidores, que não se dão conta do prejuízo que estão trazendo para o Planeta em que vivem.
É importante que se analise a verdadeira necessidade em se aceitar sacolas plásticas. Será que não daria para ser utilizado sacolas retornáveis?
Para que não haja mais mortes das tartarugas marinhas, será preciso um olhar mais consciente do uso desse material e uma atitude responsável de um cidadão do Planeta, resultando também em uma qualidade de vida muito melhor a todos nós.
Sejamos conscientes.
Profª Me. Selma Serrano Amaral
Crescimento Sustentável da Construção Civil
Estamos vivendo uma grande explosão na construção civil.
As cidades, com suas construções horizontais, estão vendo e vivenciando um novo cenário paisagístico.
As residências, onde anteriormente vivia apenas uma família, estão sendo engolidas por gigantescos edifícios.
Até o zoneamento urbano, em vários municípios, cederam a essa nova forma de viver, tipo colmeia, onde uma residência fica em cima da outra, formando imensos aglomerados de gente.
Os espaços passaram a ser comuns a todos, como área de lazer, piscina, etc.
A construção civil é considerada como um dos importantes ícones do desenvolvimento econômico. Infelizmente esse desenvolvimento não está sendo gerenciado de maneira sustentável, com a consciência em gerar o menor impacto ambiental. Ela consome recursos naturais, gera resíduos e muda a paisagem do local.
A construção civil já começa a perceber que tem um grande desafio pela frente: o de conciliar desenvolvimento econômico com o gerenciamento dos impactos negativos que proporciona, tendo que rever sua forma de atuação para que seja menos agressiva ao meio ambiente.
Será que isso é possível?
Torcemos para que as grandes construtoras consigam investir em desenvolvimento para a gestão de sua atividade, aliando-se a fornecedores de matéria prima, transportadoras, ou seja, a toda cadeia produtiva que está ligada.
Outro importante ator neste contexto é o Poder Público Municipal, que deve ser atuante também nessa área, disciplinando o fluxo de resíduos, criando e aplicando instrumentos para regular a procedência e o descarte de matérias a ser utilizados.
Quando não há a efetividade de políticas públicas que venham disciplinar e ordenar a destinação final desses resíduos, sérios problemas poderão ocorrer, tais como: degradação de área de manancial, poluição e entupimento de galerias pluviais, bueiros, sarjetas, proliferação de doenças através de agentes indutores, assoreamento de rios, utilização de espaços públicos para o descarte irregular, mudando assim a paisagem local e ameaçando a segurança física de pedestres, entre outros.
Hora de um despertar geral, para que o desenvolvimento econômico continue, mas que aconteça de maneira sustentável, preservando e conservando nossas cidades para as gerações futuras.
Profª Me. Selma Serrano Amaral
As cidades, com suas construções horizontais, estão vendo e vivenciando um novo cenário paisagístico.
As residências, onde anteriormente vivia apenas uma família, estão sendo engolidas por gigantescos edifícios.
Até o zoneamento urbano, em vários municípios, cederam a essa nova forma de viver, tipo colmeia, onde uma residência fica em cima da outra, formando imensos aglomerados de gente.
Os espaços passaram a ser comuns a todos, como área de lazer, piscina, etc.
A construção civil é considerada como um dos importantes ícones do desenvolvimento econômico. Infelizmente esse desenvolvimento não está sendo gerenciado de maneira sustentável, com a consciência em gerar o menor impacto ambiental. Ela consome recursos naturais, gera resíduos e muda a paisagem do local.
A construção civil já começa a perceber que tem um grande desafio pela frente: o de conciliar desenvolvimento econômico com o gerenciamento dos impactos negativos que proporciona, tendo que rever sua forma de atuação para que seja menos agressiva ao meio ambiente.
Será que isso é possível?
Torcemos para que as grandes construtoras consigam investir em desenvolvimento para a gestão de sua atividade, aliando-se a fornecedores de matéria prima, transportadoras, ou seja, a toda cadeia produtiva que está ligada.
Outro importante ator neste contexto é o Poder Público Municipal, que deve ser atuante também nessa área, disciplinando o fluxo de resíduos, criando e aplicando instrumentos para regular a procedência e o descarte de matérias a ser utilizados.
Quando não há a efetividade de políticas públicas que venham disciplinar e ordenar a destinação final desses resíduos, sérios problemas poderão ocorrer, tais como: degradação de área de manancial, poluição e entupimento de galerias pluviais, bueiros, sarjetas, proliferação de doenças através de agentes indutores, assoreamento de rios, utilização de espaços públicos para o descarte irregular, mudando assim a paisagem local e ameaçando a segurança física de pedestres, entre outros.
Hora de um despertar geral, para que o desenvolvimento econômico continue, mas que aconteça de maneira sustentável, preservando e conservando nossas cidades para as gerações futuras.
Profª Me. Selma Serrano Amaral
Lixo ou resíduo sólido?
Atualmente vivemos em uma sociedade capitalista, onde o consumo é hábito já absorvido por todos.
Há, primeiramente, o consumo de produtos necessários à nossa sobrevivência e que atendem as necessidades básicas do ser humano, como vestuário, alimentação e moradia.
Esta necessidade satisfeita, o Homem passa a consumir produtos e serviços que vêm satisfazer suas necessidades de prazer e de status social. Isso é teoria da Administração provada e comprovada por estudiosos do tema, não é invenção de quem lhes escreve agora.
Todo consumo gera um resíduo ou seja, “material gerado após a produção, utilização ou transformação de bens de consumo”.
Como a sociedade vem aumentando de forma astronômica, também aumenta a quantidade de resíduos, que em grande parte é produzida nos centros urbanos; pois a décadas as cidades vêm crescendo na mesma proporção, contribuindo para a evasão no campo. Isso sem contar com os resíduos líquidos, gasosos e sépticos, os quais possuem um recolhimento e tratamento diferenciados.
Os resíduos sólidos são gerados principalmente em residências, construção civil, em parte das indústrias, comércio em geral, etc.
Não dá, se houver um trabalho diferenciado, para classificarmos esses resíduos como apenas “lixo urbano”.
Muitos materiais que sobram ou resultam desse consumo, podem ser reciclados, reutilizados ou reaproveitados. Muitos retornam a cadeia de produção, contribuindo para geração de renda para trabalhadores e lucro para as empresas.
Existe apenas um detalhe: para que isso possa ser, efetivamente, aplicado é necessário a sensibilização e entendimento por parte dos consumidores, no que diz respeito a separação desses materiais, não os misturando a outros tipos de resíduos, bem como, é de importância máxima para as questões ambientais, que as cidades realizem uma efetiva coleta seletiva e a reciclagem desse lixo.
É importantíssimo que os municípios pratiquem a correta destinação de seu lixo urbano; pois muitos deles comprometem o meio ambiente em virtude de sua alta periculosidade, como as pilhas e baterias de celulares, tão usados nos dias de hoje.
Infelizmente muitos municípios ainda utilizam-se de aterros sanitários, que poluem consideravelmente o meio ambiente. Os aterros sanitários são depósitos de lixo onde os resíduos sólidos são descartados não sendo possível mais a sua reciclagem.
É urgente a sensibilização e entendimento da sociedade sobre a real importância de se reciclar, reutilizar ou reaproveitar os resíduos sólidos, gerando economia para os consumidores, lucro para as empresas e qualidade ambiental para nosso Planeta.
Sensibilizemo-nos já!
(Profª Me. Selma Serrano Amaral
Há, primeiramente, o consumo de produtos necessários à nossa sobrevivência e que atendem as necessidades básicas do ser humano, como vestuário, alimentação e moradia.
Esta necessidade satisfeita, o Homem passa a consumir produtos e serviços que vêm satisfazer suas necessidades de prazer e de status social. Isso é teoria da Administração provada e comprovada por estudiosos do tema, não é invenção de quem lhes escreve agora.
Todo consumo gera um resíduo ou seja, “material gerado após a produção, utilização ou transformação de bens de consumo”.
Como a sociedade vem aumentando de forma astronômica, também aumenta a quantidade de resíduos, que em grande parte é produzida nos centros urbanos; pois a décadas as cidades vêm crescendo na mesma proporção, contribuindo para a evasão no campo. Isso sem contar com os resíduos líquidos, gasosos e sépticos, os quais possuem um recolhimento e tratamento diferenciados.
Os resíduos sólidos são gerados principalmente em residências, construção civil, em parte das indústrias, comércio em geral, etc.
Não dá, se houver um trabalho diferenciado, para classificarmos esses resíduos como apenas “lixo urbano”.
Muitos materiais que sobram ou resultam desse consumo, podem ser reciclados, reutilizados ou reaproveitados. Muitos retornam a cadeia de produção, contribuindo para geração de renda para trabalhadores e lucro para as empresas.
Existe apenas um detalhe: para que isso possa ser, efetivamente, aplicado é necessário a sensibilização e entendimento por parte dos consumidores, no que diz respeito a separação desses materiais, não os misturando a outros tipos de resíduos, bem como, é de importância máxima para as questões ambientais, que as cidades realizem uma efetiva coleta seletiva e a reciclagem desse lixo.
É importantíssimo que os municípios pratiquem a correta destinação de seu lixo urbano; pois muitos deles comprometem o meio ambiente em virtude de sua alta periculosidade, como as pilhas e baterias de celulares, tão usados nos dias de hoje.
Infelizmente muitos municípios ainda utilizam-se de aterros sanitários, que poluem consideravelmente o meio ambiente. Os aterros sanitários são depósitos de lixo onde os resíduos sólidos são descartados não sendo possível mais a sua reciclagem.
É urgente a sensibilização e entendimento da sociedade sobre a real importância de se reciclar, reutilizar ou reaproveitar os resíduos sólidos, gerando economia para os consumidores, lucro para as empresas e qualidade ambiental para nosso Planeta.
Sensibilizemo-nos já!
(Profª Me. Selma Serrano Amaral
Empreendedorismo e Turismo
Engraçado que o título até rimou!!
Hoje ouvi, por diversas vezes em telejornais, que está se comemorando a “Semana Global do Empreendedorismo”. Um movimento que acontece desde 2007 e tem como foco o fortalecer e disciminar a cultura empreendedora, ligando, capacitando e inspirando pessoas a empreender.
Mas o que realmente é o empreender?
Busquei na web uma explicação:
“criar opções de melhor desempenho, ganho ou lucro. Transformar rotinas de trabalho de forma a gerar mais produtividade, ter ideias inovadoras e desafiadoras.
Capacidade de enxergar além do cotidiano, solucionar com habilidade e criatividade. Ter a visão de dono”.
Achei muito interessante essa explicação e pensei em quais áreas da economia poderia ser aplicada.
Veio a inspiração: deve ser aplicada em uma atividade econômica que se desenvolve de forma a beneficiar tanto os grandes como os médios e pequenos investimentos: “a atividade turística”.
Por mais que não viajemos, a atividade acontece em diversas localidades e se utiliza de diversos segmentos da economia.
Exemplifica-se algumas: bares, restaurantes, lojas, hotéis, transportadoras, etc.
Foi mencionado apenas médios e grandes investimentos. Com o turismo isso vai bem mais além,
O artesão, o quiosqueiro, o carrinho de lanche que fica na faixa de areia da praia, as confecções de roupas da estação, entre outras.
Empreender, como explicado anteriormente, acontece também para quem já tem seu próprio negócio, sendo apenas necessário a mudança na forma de administrá-lo.
Vamos utilizar como exemplo para se empreender em um pequeno negócio, os quiosques da orla.
Quais ações poderiam ser utilizadas para que ele tivesse um melhor desempenho e como consequência aumentar sua produtividade e lucro, gerando mais empregos e impostos. Todos ganhariam.
Percebe-se que ao se utilizar desses serviços, que realmente é necessária uma nova forma de enxergar esse tipo de empresa. Que ela não é a extensão da cozinha da casa de seu proprietário.
Seria interessante implementar, por exemplo, lanches típicos de cada região, primar pela limpeza e higiene do espaço interno e externo do local, atendimento de e com qualidade ou excelência na prestação de serviços, cuidado com o meio ambiente em que está inserido; pois além de ser uma obrigação de cada um de nós, muitos turistas só utilizam-se de equipamentos que trabalham de forma harmoniosa com a natureza, tais como: armazenamento e descarte correto de resíduos líquidos e sólidos (não dá para jogar o óleo da fritura na areia, como comumente se vê), treinamento de mão-de-obra local, utilização de materiais que não agridam a natureza(biodegradáveis).
São inúmeras as possibilidades de se empreender no exemplo utilizado. Pena não dar para se mencionar todas, até mesmo porque já seria uma consultoria.
Basta a utilização da criatividade, de conhecimento do negócio, novas tecnologias e foco em querer transformar sua empresa numa empresa lucrativa.
O Turismo proporciona o empreender nos variados segmentos que fazem parte da hospitalidade, do bem receber.
Comemore a “Semana Global do Empreendedorismo”, não apenas ouvindo ações distantes.
Empreenda também e atinja os objetivos propostos para o seu negócio.
O verão está aí, sucesso!
Profª Me. Selma Serrano Amaral.
Hoje ouvi, por diversas vezes em telejornais, que está se comemorando a “Semana Global do Empreendedorismo”. Um movimento que acontece desde 2007 e tem como foco o fortalecer e disciminar a cultura empreendedora, ligando, capacitando e inspirando pessoas a empreender.
Mas o que realmente é o empreender?
Busquei na web uma explicação:
“criar opções de melhor desempenho, ganho ou lucro. Transformar rotinas de trabalho de forma a gerar mais produtividade, ter ideias inovadoras e desafiadoras.
Capacidade de enxergar além do cotidiano, solucionar com habilidade e criatividade. Ter a visão de dono”.
Achei muito interessante essa explicação e pensei em quais áreas da economia poderia ser aplicada.
Veio a inspiração: deve ser aplicada em uma atividade econômica que se desenvolve de forma a beneficiar tanto os grandes como os médios e pequenos investimentos: “a atividade turística”.
Por mais que não viajemos, a atividade acontece em diversas localidades e se utiliza de diversos segmentos da economia.
Exemplifica-se algumas: bares, restaurantes, lojas, hotéis, transportadoras, etc.
Foi mencionado apenas médios e grandes investimentos. Com o turismo isso vai bem mais além,
O artesão, o quiosqueiro, o carrinho de lanche que fica na faixa de areia da praia, as confecções de roupas da estação, entre outras.
Empreender, como explicado anteriormente, acontece também para quem já tem seu próprio negócio, sendo apenas necessário a mudança na forma de administrá-lo.
Vamos utilizar como exemplo para se empreender em um pequeno negócio, os quiosques da orla.
Quais ações poderiam ser utilizadas para que ele tivesse um melhor desempenho e como consequência aumentar sua produtividade e lucro, gerando mais empregos e impostos. Todos ganhariam.
Percebe-se que ao se utilizar desses serviços, que realmente é necessária uma nova forma de enxergar esse tipo de empresa. Que ela não é a extensão da cozinha da casa de seu proprietário.
Seria interessante implementar, por exemplo, lanches típicos de cada região, primar pela limpeza e higiene do espaço interno e externo do local, atendimento de e com qualidade ou excelência na prestação de serviços, cuidado com o meio ambiente em que está inserido; pois além de ser uma obrigação de cada um de nós, muitos turistas só utilizam-se de equipamentos que trabalham de forma harmoniosa com a natureza, tais como: armazenamento e descarte correto de resíduos líquidos e sólidos (não dá para jogar o óleo da fritura na areia, como comumente se vê), treinamento de mão-de-obra local, utilização de materiais que não agridam a natureza(biodegradáveis).
São inúmeras as possibilidades de se empreender no exemplo utilizado. Pena não dar para se mencionar todas, até mesmo porque já seria uma consultoria.
Basta a utilização da criatividade, de conhecimento do negócio, novas tecnologias e foco em querer transformar sua empresa numa empresa lucrativa.
O Turismo proporciona o empreender nos variados segmentos que fazem parte da hospitalidade, do bem receber.
Comemore a “Semana Global do Empreendedorismo”, não apenas ouvindo ações distantes.
Empreenda também e atinja os objetivos propostos para o seu negócio.
O verão está aí, sucesso!
Profª Me. Selma Serrano Amaral.
Vai faltar água?
O verão está se aproximando e com ele mais tempo seco, menos chuvas e milhões de pessoas se destinando as localidades onde o sol e a praia ainda são os maiores atrativos.
Que cenário interessante!
Muito sol, gente com um bronzeado magnífico e literalmente cheios de areia e sal da água do mar. Ficarão nervosas, irritadas e com certeza culpando aquele que está mais próximo e mais visível: o governo. Não que ele não tenha culpa, mas não é apenas dele.
O ser humano coloca máscaras para não enxergar o que fez, que faz e o que deixou de fazer. É mais fácil, mais cômodo apontar o dedo na direção oposta a ele, ou seja, para os outros, do que perceber quais são ou quais foram suas responsabilidades em relação aos cuidados com o meio ambiente.
Normalmente, nossas mães, quando somos pequenos e choramos pelo “leite derramado”, com muita autoridade elas nos falam: “engole o choro”! Lembram disso?
É isso que a Mãe Natureza está nos dizendo e teremos que engolir nossos choros e sairmos em busca de saídas para remediar o que, aparentemente, irremediável está.
O Planeta Terra, a muito tempo vem dando sinais de que reagirá aos ataques sofridos.
Uma pena não termos entendido os sinais.
Já imaginaram o caos que vivenciaremos no próximo verão?
O clima mudou consideravelmente e as típicas chuvas dos meses que antecedem o calor, não vieram no volume esperado e continuamos a gastar água como se tudo estivesse na normalidade.
Pergunto: o governo também é culpado pela ausência de chuvas?
As cidades já começam a sentir essas alterações, aliadas ao consumo excessivo e sem nenhuma consciência desse recurso natural tão necessário a sobrevivência da espécie humana; a falta de planejamento e estudos hidrológicos constantes, chegaremos próximo ao caos nos próximos meses.
Muitas obras estão sendo realizadas por parte do governo, tentando amenizar a situação.
A população precisa ficar atenta a elas, para que não sejam paradas sem explicações justificáveis.
Cada cidadão deverá sair de sua “zona de conforto” e buscar suas responsabilidades no que concerne ao uso e a falta de água e como poderá mudar seus hábitos em relação a ela.
Desperdícios, irresponsabilidades, falta de planejamento nos levaram a este cenário caótico.
Pense: o que você poderá fazer para que essa situação não se instale nas cidades que receberão grande fluxo de visitantes e turistas na temporada 2014/2015?
Espero que chegue a alguma conclusão.
Profª Me. Selma Serrano Amaral
Que cenário interessante!
Muito sol, gente com um bronzeado magnífico e literalmente cheios de areia e sal da água do mar. Ficarão nervosas, irritadas e com certeza culpando aquele que está mais próximo e mais visível: o governo. Não que ele não tenha culpa, mas não é apenas dele.
O ser humano coloca máscaras para não enxergar o que fez, que faz e o que deixou de fazer. É mais fácil, mais cômodo apontar o dedo na direção oposta a ele, ou seja, para os outros, do que perceber quais são ou quais foram suas responsabilidades em relação aos cuidados com o meio ambiente.
Normalmente, nossas mães, quando somos pequenos e choramos pelo “leite derramado”, com muita autoridade elas nos falam: “engole o choro”! Lembram disso?
É isso que a Mãe Natureza está nos dizendo e teremos que engolir nossos choros e sairmos em busca de saídas para remediar o que, aparentemente, irremediável está.
O Planeta Terra, a muito tempo vem dando sinais de que reagirá aos ataques sofridos.
Uma pena não termos entendido os sinais.
Já imaginaram o caos que vivenciaremos no próximo verão?
O clima mudou consideravelmente e as típicas chuvas dos meses que antecedem o calor, não vieram no volume esperado e continuamos a gastar água como se tudo estivesse na normalidade.
Pergunto: o governo também é culpado pela ausência de chuvas?
As cidades já começam a sentir essas alterações, aliadas ao consumo excessivo e sem nenhuma consciência desse recurso natural tão necessário a sobrevivência da espécie humana; a falta de planejamento e estudos hidrológicos constantes, chegaremos próximo ao caos nos próximos meses.
Muitas obras estão sendo realizadas por parte do governo, tentando amenizar a situação.
A população precisa ficar atenta a elas, para que não sejam paradas sem explicações justificáveis.
Cada cidadão deverá sair de sua “zona de conforto” e buscar suas responsabilidades no que concerne ao uso e a falta de água e como poderá mudar seus hábitos em relação a ela.
Desperdícios, irresponsabilidades, falta de planejamento nos levaram a este cenário caótico.
Pense: o que você poderá fazer para que essa situação não se instale nas cidades que receberão grande fluxo de visitantes e turistas na temporada 2014/2015?
Espero que chegue a alguma conclusão.
Profª Me. Selma Serrano Amaral
Escola atrativa?
Se falássemos em escola atrativa em anos atrás, com certeza seríamos queimados em fogueiras, como na época da Inquisição.
Estaríamos falando heresias; pois a escola era vista como uma obrigação e uma forma de “repasse” de informações; muitas vezes ultrapassadas e inúteis e que deveria ser aceita, ou melhor dizendo, “engolida” por todos.
O triste é que mesmo não nos queimando mais, a escola ainda continua sendo um sistema educacional que reproduz informações, não preparando o aluno para a vida.
Apenas verificamos a preocupação com o aluno dentro da sala de aula, como se tudo estivesse caminhando perfeitamente; isso quando há professores, do que com a qualidade das aulas.
Acredita-se que não adianta aumentar a quantidade de horas que o aluno permanece na escola, sendo que a qualidade que deveria existir nas mesmas está sendo desperdiçada.
Será que estamos administrando apenas “depósitos de crianças”?
Será que apenas entre quatro paredes acontece o ensino aprendizagem?
Será que não estamos apenas preocupados com preenchimento de formulários e pesquisas quantitativas para que entremos em rankings de notas por cidade, estados e país ao invés de voltarmos nossos olhares para a qualidade dos conhecimentos e informações que são trabalhadas em nossas escolas?
Outra questão que não quer calar: estamos “treinando” ou “ensinando” nossos alunos para que sejam reprodutores desses mesmos conhecimentos e informações sem que consigam discernir em como aplica-los em suas vidas?
É nítido que em pleno século XXI a evolução tecnológica, as mudanças de hábitos e costumes da sociedade, estão apontando para a urgência de tornarmos a Escola mais “atrativa”. Pronto falei e espero não ser queimada na fogueira!
Muitos professores de hoje são o resultado dessa “educação”, se é que dá para chamarmos assim, míope e que está formando milhões de outros míopes treinados como animais em cabrestos.
Acredita-se estar mais do que na hora de ser debatido, por parte da escola, família e sociedade organizada, um movimento de mudança na educação, baseando-a na renovação da estrutura do ensino, nas metodologias a serem aplicadas e na forma de quantificar, já que é necessário, a qualidade dessa educação.
Não adianta facilitar a compra de computadores aos professores ou disponibilizar tablets, se estes são resultado de um ensino deformado, ultrapassado e caótico.
Busquemos um ensino/ aprendizagem de qualidade e não de quantidade.
Profª Me. Selma Serrano Amaral
Estaríamos falando heresias; pois a escola era vista como uma obrigação e uma forma de “repasse” de informações; muitas vezes ultrapassadas e inúteis e que deveria ser aceita, ou melhor dizendo, “engolida” por todos.
O triste é que mesmo não nos queimando mais, a escola ainda continua sendo um sistema educacional que reproduz informações, não preparando o aluno para a vida.
Apenas verificamos a preocupação com o aluno dentro da sala de aula, como se tudo estivesse caminhando perfeitamente; isso quando há professores, do que com a qualidade das aulas.
Acredita-se que não adianta aumentar a quantidade de horas que o aluno permanece na escola, sendo que a qualidade que deveria existir nas mesmas está sendo desperdiçada.
Será que estamos administrando apenas “depósitos de crianças”?
Será que apenas entre quatro paredes acontece o ensino aprendizagem?
Será que não estamos apenas preocupados com preenchimento de formulários e pesquisas quantitativas para que entremos em rankings de notas por cidade, estados e país ao invés de voltarmos nossos olhares para a qualidade dos conhecimentos e informações que são trabalhadas em nossas escolas?
Outra questão que não quer calar: estamos “treinando” ou “ensinando” nossos alunos para que sejam reprodutores desses mesmos conhecimentos e informações sem que consigam discernir em como aplica-los em suas vidas?
É nítido que em pleno século XXI a evolução tecnológica, as mudanças de hábitos e costumes da sociedade, estão apontando para a urgência de tornarmos a Escola mais “atrativa”. Pronto falei e espero não ser queimada na fogueira!
Muitos professores de hoje são o resultado dessa “educação”, se é que dá para chamarmos assim, míope e que está formando milhões de outros míopes treinados como animais em cabrestos.
Acredita-se estar mais do que na hora de ser debatido, por parte da escola, família e sociedade organizada, um movimento de mudança na educação, baseando-a na renovação da estrutura do ensino, nas metodologias a serem aplicadas e na forma de quantificar, já que é necessário, a qualidade dessa educação.
Não adianta facilitar a compra de computadores aos professores ou disponibilizar tablets, se estes são resultado de um ensino deformado, ultrapassado e caótico.
Busquemos um ensino/ aprendizagem de qualidade e não de quantidade.
Profª Me. Selma Serrano Amaral
Evasão escolar
As escolas públicas de ensino fundamental, no Brasil, são geralmente conhecidas por possuírem qualidade inferior em relação as de ensino privado. Cabe salientar a exceção no que se refere a Escola Militar, as quais possuem excelência na qualidade do ensino.
Um dos grandes problemas vivenciados pela educação pública brasileira é a “evasão escolar”, mais especificamente o abandono, por parte dos alunos, da escola.
Vivemos numa sociedade de desigualdades sociais, onde grande parte das famílias ganham baixos salários, isso quando possuem uma fonte de renda; pois muitos vivem abaixo do índice da miséria e em consequência utilizam-se da mão-de-obra infantil.
Outro fator que contribui para esse retrato é a grande diversidade geográfica de nosso país, dificultando o acesso a meios de transportes adequados para a condução desses pequenos cidadãos.
Encontramos uma realidade assustadora que não condiz com a legislação vigente em relação a educação brasileira.
Vemos uma educação que ainda utiliza metodologias ultrapassadas, professores mal preparados e descaso por parte dos governos.
Muitas escolas não possuem estrutura físicas adequadas, possuindo mobiliário danificado, falta de espaços onde os educandos possam realizar atividades mais motivadoras, como aulas de educação física, informática (já que estamos vivendo a era digital), música, entre outras. Falta de recursos humanos e administrativos para gerenciar essa problemática.
Em muitas escolas a merenda escolar não chega, “perde-se” no meio do caminho, como podemos confirmar em diversos escândalos veiculados na mídia. Muitas vezes, a própria comunidade, que já é tão carente, se mobiliza para suprir essa ausência ou melhor dizendo, carência.
Segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), no Brasil, um a cada quatro alunos que inicia o ensino fundamental abandona a escola antes de completar o último ano da série.
Entre 100 países, o Brasil tem a 3ª maior taxa de evasão escolar. Triste e lamentável.
Como poderemos mudar essa realidade?
Você já havia percebido o quanto isso influencia no desenvolvimento de nossa sociedade?
São perguntas que nos custam calar e também acontecem bem perto de nós, em nossas cidades, em nossos bairros.
Não adianta mantermos os olhos fechados para isso. A consequência está nos atingindo e uma delas é o pedido para que diminuamos a maioridade penal. Será que só isso resolverá o problema ou teremos cada vez mais “crianças” com pouca idade cometendo crimes?
Será que seremos fadados a conviver com a violência urbana?
Chega de desculpas e tomemos um posicionamento quanto as nossas crianças.
Façamos valer o que a Constituição Federal garante, “A educação concebida como um processo de transmissão de conhecimentos e valores de relação humana reputa-se indispensável ao desenvolvimento intelectual, psicológico e à construção da cidadania”.
Que cidadãos estamos formando?
Pensemos...
Profª Me. Selma Serrano Amaral
Um dos grandes problemas vivenciados pela educação pública brasileira é a “evasão escolar”, mais especificamente o abandono, por parte dos alunos, da escola.
Vivemos numa sociedade de desigualdades sociais, onde grande parte das famílias ganham baixos salários, isso quando possuem uma fonte de renda; pois muitos vivem abaixo do índice da miséria e em consequência utilizam-se da mão-de-obra infantil.
Outro fator que contribui para esse retrato é a grande diversidade geográfica de nosso país, dificultando o acesso a meios de transportes adequados para a condução desses pequenos cidadãos.
Encontramos uma realidade assustadora que não condiz com a legislação vigente em relação a educação brasileira.
Vemos uma educação que ainda utiliza metodologias ultrapassadas, professores mal preparados e descaso por parte dos governos.
Muitas escolas não possuem estrutura físicas adequadas, possuindo mobiliário danificado, falta de espaços onde os educandos possam realizar atividades mais motivadoras, como aulas de educação física, informática (já que estamos vivendo a era digital), música, entre outras. Falta de recursos humanos e administrativos para gerenciar essa problemática.
Em muitas escolas a merenda escolar não chega, “perde-se” no meio do caminho, como podemos confirmar em diversos escândalos veiculados na mídia. Muitas vezes, a própria comunidade, que já é tão carente, se mobiliza para suprir essa ausência ou melhor dizendo, carência.
Segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), no Brasil, um a cada quatro alunos que inicia o ensino fundamental abandona a escola antes de completar o último ano da série.
Entre 100 países, o Brasil tem a 3ª maior taxa de evasão escolar. Triste e lamentável.
Como poderemos mudar essa realidade?
Você já havia percebido o quanto isso influencia no desenvolvimento de nossa sociedade?
São perguntas que nos custam calar e também acontecem bem perto de nós, em nossas cidades, em nossos bairros.
Não adianta mantermos os olhos fechados para isso. A consequência está nos atingindo e uma delas é o pedido para que diminuamos a maioridade penal. Será que só isso resolverá o problema ou teremos cada vez mais “crianças” com pouca idade cometendo crimes?
Será que seremos fadados a conviver com a violência urbana?
Chega de desculpas e tomemos um posicionamento quanto as nossas crianças.
Façamos valer o que a Constituição Federal garante, “A educação concebida como um processo de transmissão de conhecimentos e valores de relação humana reputa-se indispensável ao desenvolvimento intelectual, psicológico e à construção da cidadania”.
Que cidadãos estamos formando?
Pensemos...
Profª Me. Selma Serrano Amaral
Educação Básica no Brasil
A Educação Básica no Brasil ocorre durante nove anos e é obrigatória para todas as crianças com idade entre seis e quatorze anos.
A responsabilidade por essas crianças acontece, conforme a Lei, de forma conjunta entre pais ou responsáveis que devem realizar suas matrículas. O Estado deve garantir as vagas e a sociedade, que a efetiva fazendo valer este direito.
Atualmente, o ensino fundamental é dividido em dois ciclos, sendo o primeiro com duração de cinco anos, que usualmente tem um único educador regente, o que comumente se chama de educador polivalente O segundo com quatro anos (logicamente), é composto por uma equipe de educadores especialistas em diferentes disciplinas.
É interessantíssimo quando lemos a respeito deste tema. Parece-nos que tudo está funcionando a contento. É um grande engano; a realidade não é essa.
Encontramos na Educação Básica, considerando apenas a pública, um total desinteresse por parte de alunos e professores. Cabe salientar que aqui usei as palavras alunos e professores; pois não os vejo, efetivamente, sendo educandos e educadores, como expliquei no artigo anterior a este, neste mesmo veículo de comunicação.
Vejo apenas um amontoado de crianças matriculadas conforme a Lei exige, um número razoável de professores, concursados ou temporários e um espaço físico que erroneamente chamamos de Escola.
A produtividade que deveria ser atingida passa longe da ideal e isto não sou eu que estou verificando de forma empírica, no famoso “achismo”, o próprio Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado no mês de outubro passado, que nos deu este cenário: no Brasil, 13 Estados tiveram queda de desempenho em relação à pesquisa de 2011 e os demais tiveram uma melhora que não foi suficiente para alcançar metas individuais.
Para que chegássemos a esta conclusão, se fôssemos mais atentos as nossas crianças nessa faixa etária, não seria necessário gasto com pesquisas, bastaria um olhar mais crítico e participativo no dia-a-dia das escolas.
Há carência de professores, currículos pedagógicos desatualizados, falta de respeito generalizada, sem abordarmos neste texto a violência que predomina dentro desses locais.
Estamos formando que tipo de geração ou gerações?
Que tipo de formação terão no futuro?
É urgente a melhoria nos anos iniciais da educação de base para que o cenário caótico que vivemos se modifique.
Que país é este que em sua “Carta Mágna de 1988” versa sobre uma realidade de Direitos que na prática não acontece.
Está na hora de um posicionamento por parte da sociedade, já que ela é parte integrante dessas responsabilidades, pelo menos no acompanhamento e desempenho de nossos filhos na escola, cobrando mudanças imediatas.
Esta é a hora, participe!
Profª Me. Selma Serrano Amaral
A responsabilidade por essas crianças acontece, conforme a Lei, de forma conjunta entre pais ou responsáveis que devem realizar suas matrículas. O Estado deve garantir as vagas e a sociedade, que a efetiva fazendo valer este direito.
Atualmente, o ensino fundamental é dividido em dois ciclos, sendo o primeiro com duração de cinco anos, que usualmente tem um único educador regente, o que comumente se chama de educador polivalente O segundo com quatro anos (logicamente), é composto por uma equipe de educadores especialistas em diferentes disciplinas.
É interessantíssimo quando lemos a respeito deste tema. Parece-nos que tudo está funcionando a contento. É um grande engano; a realidade não é essa.
Encontramos na Educação Básica, considerando apenas a pública, um total desinteresse por parte de alunos e professores. Cabe salientar que aqui usei as palavras alunos e professores; pois não os vejo, efetivamente, sendo educandos e educadores, como expliquei no artigo anterior a este, neste mesmo veículo de comunicação.
Vejo apenas um amontoado de crianças matriculadas conforme a Lei exige, um número razoável de professores, concursados ou temporários e um espaço físico que erroneamente chamamos de Escola.
A produtividade que deveria ser atingida passa longe da ideal e isto não sou eu que estou verificando de forma empírica, no famoso “achismo”, o próprio Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado no mês de outubro passado, que nos deu este cenário: no Brasil, 13 Estados tiveram queda de desempenho em relação à pesquisa de 2011 e os demais tiveram uma melhora que não foi suficiente para alcançar metas individuais.
Para que chegássemos a esta conclusão, se fôssemos mais atentos as nossas crianças nessa faixa etária, não seria necessário gasto com pesquisas, bastaria um olhar mais crítico e participativo no dia-a-dia das escolas.
Há carência de professores, currículos pedagógicos desatualizados, falta de respeito generalizada, sem abordarmos neste texto a violência que predomina dentro desses locais.
Estamos formando que tipo de geração ou gerações?
Que tipo de formação terão no futuro?
É urgente a melhoria nos anos iniciais da educação de base para que o cenário caótico que vivemos se modifique.
Que país é este que em sua “Carta Mágna de 1988” versa sobre uma realidade de Direitos que na prática não acontece.
Está na hora de um posicionamento por parte da sociedade, já que ela é parte integrante dessas responsabilidades, pelo menos no acompanhamento e desempenho de nossos filhos na escola, cobrando mudanças imediatas.
Esta é a hora, participe!
Profª Me. Selma Serrano Amaral
Escola interessante?
A escola tem como objetivo principal o ensino/aprendizagem de educandos sob a orientação de educadores.
Vocês devem estar pensando qual o motivo para eu não usar as palavras aluno/professor.
Não usei por acreditar que o tempo desses atores já tenha ficado a décadas atrás.
Prefiro educandos, ou seja, cidadãos que frequentam a escola com prazer e com verdadeira vontade, sendo assim considerado como pessoa e não como mais um número cadastrado. Para os educadores, considero o profissional qualificado que atua para que seus conhecimentos, suas experiências e sua vontade de interagir com aqueles que estão sob sua responsabilidade, como também com as famílias e com o meio em que vivem, sempre se aperfeiçoando e levando o melhor dessa relação ensino/aprendizagem e que isso culmine no ápice de vê-los cultos, formados e formadores de opinião, já que a escola possui sistemas formais de educação e que normalmente são obrigatórios.
Vamos abordar um pouco sobre o ensino fundamental. Como o nome já diz: a base de tudo.
Vivemos num país de desigualdades sociais e neste contexto a educação de base se tornou um mero cumpridor de legislação, afinal, a família tem por obrigação manter seus filhos na escola; seja ela do jeito que for, sem questionamentos ou acompanhamento.
O que podemos dizer das crianças?
Será que elas possuem o direito de se manifestar quanto a satisfação em ir para esse local e lá passar horas do seu dia?
Na maioria das vezes, principalmente no Ensino Público, as escolas se tornaram depósitos de crianças, as quais estão lá pela obrigatoriedade, pelas refeições servidas; pois muitos desses pequenos cidadãos só contam com essas refeições em seu dia. Pior ainda, é que muitas estão lá e se “formam” sem nem mesmo saber ler, escrever ou interpretar situações, mas têm em mãos um Diploma de conclusão dessa etapa e vai assim até o ensino Universitário. Cabe ressaltar que a minoria chega a este estágio. Vão parando pelo caminho em virtude da realidade vivida.
Muitos pais, familiares, escola, autoridades competentes pensam que porque é Público não se deve fiscalizar, participar, interagir com a escola e que cada um deve ficar no seu “quadrado” como se diz hoje em dia. Depois ficam buscando razões para que seus filhos não consigam acessar o mercado de trabalho condizente com o que cada cidadão merece de melhor ou mesmo por que a escola não ganha prêmios como muitas.
Deixo uma reflexão a cada um dos leitores: “o que vem interferindo para que a escola de hoje não atenda aos requisitos básicos para que seja atrativa tanto para educandos como educadores?
Continuaremos a analisar este tema no próximo artigo.
Até lá!
Profª Me. Selma Serrano Amaral
Vocês devem estar pensando qual o motivo para eu não usar as palavras aluno/professor.
Não usei por acreditar que o tempo desses atores já tenha ficado a décadas atrás.
Prefiro educandos, ou seja, cidadãos que frequentam a escola com prazer e com verdadeira vontade, sendo assim considerado como pessoa e não como mais um número cadastrado. Para os educadores, considero o profissional qualificado que atua para que seus conhecimentos, suas experiências e sua vontade de interagir com aqueles que estão sob sua responsabilidade, como também com as famílias e com o meio em que vivem, sempre se aperfeiçoando e levando o melhor dessa relação ensino/aprendizagem e que isso culmine no ápice de vê-los cultos, formados e formadores de opinião, já que a escola possui sistemas formais de educação e que normalmente são obrigatórios.
Vamos abordar um pouco sobre o ensino fundamental. Como o nome já diz: a base de tudo.
Vivemos num país de desigualdades sociais e neste contexto a educação de base se tornou um mero cumpridor de legislação, afinal, a família tem por obrigação manter seus filhos na escola; seja ela do jeito que for, sem questionamentos ou acompanhamento.
O que podemos dizer das crianças?
Será que elas possuem o direito de se manifestar quanto a satisfação em ir para esse local e lá passar horas do seu dia?
Na maioria das vezes, principalmente no Ensino Público, as escolas se tornaram depósitos de crianças, as quais estão lá pela obrigatoriedade, pelas refeições servidas; pois muitos desses pequenos cidadãos só contam com essas refeições em seu dia. Pior ainda, é que muitas estão lá e se “formam” sem nem mesmo saber ler, escrever ou interpretar situações, mas têm em mãos um Diploma de conclusão dessa etapa e vai assim até o ensino Universitário. Cabe ressaltar que a minoria chega a este estágio. Vão parando pelo caminho em virtude da realidade vivida.
Muitos pais, familiares, escola, autoridades competentes pensam que porque é Público não se deve fiscalizar, participar, interagir com a escola e que cada um deve ficar no seu “quadrado” como se diz hoje em dia. Depois ficam buscando razões para que seus filhos não consigam acessar o mercado de trabalho condizente com o que cada cidadão merece de melhor ou mesmo por que a escola não ganha prêmios como muitas.
Deixo uma reflexão a cada um dos leitores: “o que vem interferindo para que a escola de hoje não atenda aos requisitos básicos para que seja atrativa tanto para educandos como educadores?
Continuaremos a analisar este tema no próximo artigo.
Até lá!
Profª Me. Selma Serrano Amaral
Verão, praia e lixo
A estação mais quente do ano está chegando e com ela os turistas e moradores de 2ª residência.
Nesta época do ano, nossa Região tem sua população triplicada e em consequência a produção de resíduos sólidos (lixo) também.
Se cada um pensar: “é só uma latinha de cerveja” ou “é só uma ponta de cigarro”, teremos no final de cada dia centenas de quilos de latinhas e de pontas de cigarros. Isso se a limpeza pública conseguir coletar todas. Muitas ficarão pelas ruas e praias.
Sabe quanto tempo leva para se decompor no meio ambiente uma latinha de cerveja ou de refrigerante? Em média sua decomposição acontece entre 100 a 500 anos. A ponta de cigarro leva em torno de dois anos.
Isso sem se contar outros tipos de resíduos como alimentos que são consumidos nas praias, um dos principais pontos procurados pelos turistas e visitantes.
Muita gente pensa e só dá atenção quando o tema é abordado por documentários veiculados pela televisão ou quando ativistas se manifestam e ainda são “taxados” de loucos anarquistas.
Grande engano!
O meio ambiente é o todo onde vivemos.
Não dá para jogar lixo fora do Planeta Terra, como muitas vezes assistimos em desenhos animados. O lixo produzido tem que conviver com cada um de nós, mesmo que o coloquemos em sacos em nossa porta, para algum lugar ele será destinado e muitas vezes de forma incorreta.
Vamos falar mais especificamente dos resíduos produzidos nas praias.
Você já viu o amontoado de lixo que fica no final de um dia de sol?
É assombroso!
Se cada um tivesse a consciência de acondiciona-lo de forma correta e fiscalizasse sua destinação final, com certeza o meio ambiente agradeceria retribuindo com água do mar mais limpa, com espécies marinhas em comunhão com uma vida mais saudável para todos.
Os comerciantes que possuem carrinhos de lanches ou quiosques na areia ou na orla, também devem ter essa consciência de que seu ganha pão de cada dia precisa de um local saudável. Caso contrário ficará a “ver navios” literalmente.
A cidadania também está contida em se saber conservar e preservar a natureza; pois ela vive muito bem sem o ser humano, mas ele não vive muito tempo sem ela.
Vamos fazer da temporada 2014/2015, um exemplo de cidadania também no que se refere ao lixo produzido nas praias.
Profª. Me. Selma Serrano Amaral
Nesta época do ano, nossa Região tem sua população triplicada e em consequência a produção de resíduos sólidos (lixo) também.
Se cada um pensar: “é só uma latinha de cerveja” ou “é só uma ponta de cigarro”, teremos no final de cada dia centenas de quilos de latinhas e de pontas de cigarros. Isso se a limpeza pública conseguir coletar todas. Muitas ficarão pelas ruas e praias.
Sabe quanto tempo leva para se decompor no meio ambiente uma latinha de cerveja ou de refrigerante? Em média sua decomposição acontece entre 100 a 500 anos. A ponta de cigarro leva em torno de dois anos.
Isso sem se contar outros tipos de resíduos como alimentos que são consumidos nas praias, um dos principais pontos procurados pelos turistas e visitantes.
Muita gente pensa e só dá atenção quando o tema é abordado por documentários veiculados pela televisão ou quando ativistas se manifestam e ainda são “taxados” de loucos anarquistas.
Grande engano!
O meio ambiente é o todo onde vivemos.
Não dá para jogar lixo fora do Planeta Terra, como muitas vezes assistimos em desenhos animados. O lixo produzido tem que conviver com cada um de nós, mesmo que o coloquemos em sacos em nossa porta, para algum lugar ele será destinado e muitas vezes de forma incorreta.
Vamos falar mais especificamente dos resíduos produzidos nas praias.
Você já viu o amontoado de lixo que fica no final de um dia de sol?
É assombroso!
Se cada um tivesse a consciência de acondiciona-lo de forma correta e fiscalizasse sua destinação final, com certeza o meio ambiente agradeceria retribuindo com água do mar mais limpa, com espécies marinhas em comunhão com uma vida mais saudável para todos.
Os comerciantes que possuem carrinhos de lanches ou quiosques na areia ou na orla, também devem ter essa consciência de que seu ganha pão de cada dia precisa de um local saudável. Caso contrário ficará a “ver navios” literalmente.
A cidadania também está contida em se saber conservar e preservar a natureza; pois ela vive muito bem sem o ser humano, mas ele não vive muito tempo sem ela.
Vamos fazer da temporada 2014/2015, um exemplo de cidadania também no que se refere ao lixo produzido nas praias.
Profª. Me. Selma Serrano Amaral
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