Estamos vivendo uma grande explosão na construção civil.
As cidades, com suas construções horizontais, estão vendo e vivenciando um novo cenário paisagístico.
As residências, onde anteriormente vivia apenas uma família, estão sendo engolidas por gigantescos edifícios.
Até o zoneamento urbano, em vários municípios, cederam a essa nova forma de viver, tipo colmeia, onde uma residência fica em cima da outra, formando imensos aglomerados de gente.
Os espaços passaram a ser comuns a todos, como área de lazer, piscina, etc.
A construção civil é considerada como um dos importantes ícones do desenvolvimento econômico. Infelizmente esse desenvolvimento não está sendo gerenciado de maneira sustentável, com a consciência em gerar o menor impacto ambiental. Ela consome recursos naturais, gera resíduos e muda a paisagem do local.
A construção civil já começa a perceber que tem um grande desafio pela frente: o de conciliar desenvolvimento econômico com o gerenciamento dos impactos negativos que proporciona, tendo que rever sua forma de atuação para que seja menos agressiva ao meio ambiente.
Será que isso é possível?
Torcemos para que as grandes construtoras consigam investir em desenvolvimento para a gestão de sua atividade, aliando-se a fornecedores de matéria prima, transportadoras, ou seja, a toda cadeia produtiva que está ligada.
Outro importante ator neste contexto é o Poder Público Municipal, que deve ser atuante também nessa área, disciplinando o fluxo de resíduos, criando e aplicando instrumentos para regular a procedência e o descarte de matérias a ser utilizados.
Quando não há a efetividade de políticas públicas que venham disciplinar e ordenar a destinação final desses resíduos, sérios problemas poderão ocorrer, tais como: degradação de área de manancial, poluição e entupimento de galerias pluviais, bueiros, sarjetas, proliferação de doenças através de agentes indutores, assoreamento de rios, utilização de espaços públicos para o descarte irregular, mudando assim a paisagem local e ameaçando a segurança física de pedestres, entre outros.
Hora de um despertar geral, para que o desenvolvimento econômico continue, mas que aconteça de maneira sustentável, preservando e conservando nossas cidades para as gerações futuras.
Profª Me. Selma Serrano Amaral
As cidades, com suas construções horizontais, estão vendo e vivenciando um novo cenário paisagístico.
As residências, onde anteriormente vivia apenas uma família, estão sendo engolidas por gigantescos edifícios.
Até o zoneamento urbano, em vários municípios, cederam a essa nova forma de viver, tipo colmeia, onde uma residência fica em cima da outra, formando imensos aglomerados de gente.
Os espaços passaram a ser comuns a todos, como área de lazer, piscina, etc.
A construção civil é considerada como um dos importantes ícones do desenvolvimento econômico. Infelizmente esse desenvolvimento não está sendo gerenciado de maneira sustentável, com a consciência em gerar o menor impacto ambiental. Ela consome recursos naturais, gera resíduos e muda a paisagem do local.
A construção civil já começa a perceber que tem um grande desafio pela frente: o de conciliar desenvolvimento econômico com o gerenciamento dos impactos negativos que proporciona, tendo que rever sua forma de atuação para que seja menos agressiva ao meio ambiente.
Será que isso é possível?
Torcemos para que as grandes construtoras consigam investir em desenvolvimento para a gestão de sua atividade, aliando-se a fornecedores de matéria prima, transportadoras, ou seja, a toda cadeia produtiva que está ligada.
Outro importante ator neste contexto é o Poder Público Municipal, que deve ser atuante também nessa área, disciplinando o fluxo de resíduos, criando e aplicando instrumentos para regular a procedência e o descarte de matérias a ser utilizados.
Quando não há a efetividade de políticas públicas que venham disciplinar e ordenar a destinação final desses resíduos, sérios problemas poderão ocorrer, tais como: degradação de área de manancial, poluição e entupimento de galerias pluviais, bueiros, sarjetas, proliferação de doenças através de agentes indutores, assoreamento de rios, utilização de espaços públicos para o descarte irregular, mudando assim a paisagem local e ameaçando a segurança física de pedestres, entre outros.
Hora de um despertar geral, para que o desenvolvimento econômico continue, mas que aconteça de maneira sustentável, preservando e conservando nossas cidades para as gerações futuras.
Profª Me. Selma Serrano Amaral

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